quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

RELAXANDO E OUVINDO MÚSICA NO LABORATÓRIO

A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

MÚSICA NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
PORQUE?
  • Para concentrar
  • Para relaxar
  • Para produzir 
  • Para criatividade
  • Para memorizar
  • PARA..... melhorar em tudo!!

UM REMÉDIO PARA ALMA

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O projeto XADREZ UMA VEZ está de volta!!!

Considerado um arte milenar, o XADREZ proporciona um bom desenvolvimento mental, intelectual e relacional na criança. Por esse motivo é que em nossa escola trabalhamos o XADREZ com atividade pedagógica de grande apoio as outras atividades já há dois anos. Esse projeto foi considerado como PRÁTICA EXITOSA 2013 do município.

Não à toa, a UNESCO mantém o Comitê de Xadrez Escolar, responsável por integrar a modalidade nas escolas e instituições de ensino e visar que a prática seja pedagogicamente produtiva. Muitas instituições de ensino têm o jogo de xadrez em suas grades (extra) curriculares. Em São Paulo, escolas como o Dante Alighieri, Santa Cruz, Santo Agostinho, Santo Américo, entre outras, oferecem aulas do jogo. O Colégio São Luiz rege, anualmente, o Torneio Intercolegial de Xadrez, que proporciona uma competição entre as mais variadas idades e escolas. "São inúmeras as vantagens da prática do xadrez, mas as mais lembradas e verificadas são o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, atenção e concentração, memória e a criatividade", diz o professor Antonio Carlos de Resende, do Colégio Albert Sabin, que instituiu o xadrez desde a fundação, em 1994.Também no Rio de Janeiro, a moda pegou. Mesmo em escolas públicas. O programa "Aprendendo Xadrez nas Escolas", parceria do Governo com a Federação de Xadrez do Estado, inclui aulas do jogo em cerca de 140 escolas estaduais.
Ambientação é a palavra chave para os alunos que estão tendo contato com computadores pela primeira vez. Na escola CSU, trabalhamos identificando todas as peças do computador, suas propriedades e funções. Repetimos por diversas vezes para que o aluno sedimente o funcionamento das peças e utilize o computador de forma prazerosa.
Depois de apresentado aos alunos as peças e propriedades das mesmas, damos início ao ambiente GCOMPRIS.
O GCOMPRIS é um programa educativo com várias atividades lúdicas. Nesse ambiente podemos gradativamente trabalhar a aprendizagem da criança.
Nele encontramos vários jogos de recebimento do aluno no ambiente digital de forma amigável. O primeiro trabalho é conhecer os periféricos, como os botões do mouse e ações, e, no teclado, a parte numérica, alfanumérica, as teclas de movimento e de funções.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014




 CULTURA NO VALE


O projeto “Cinema no Vale”, que existe desde o ano de 2005 e é coordenado pelo professor Afonso Henrique Menezes do Colegiado de Psicologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), retoma as atividades nesta sexta-feira (7) com a exibição do filme “O Piano”. O longa-metragem, de 1993, será apresentado a partir das 19h30, no auditório da Biblioteca da Univasf, no Campus Petrolina Sede. A entrada é gratuita.
Com o tema central “Inclusão em Mostra”, o projeto irá apresentar, ao longo deste mês, filmes com temáticas ligno Vale” diz que a iniciativa visa refletir sobre uma questão problemática e atuadas a pessoas com deficiências visual e auditiva. O coordenador do “Cinema al. “O tema da inclusão está em emergência e é importante trazermos essa discussão para a universidade, que já tem uma série de ações que contemplam o assunto”, afirma Menezes.
Nesta primeira temporada do ano, serão exibidos três longas-metragens. O primeiro, o filme “O Piano”, da diretora Jane Campion, retrata a trajetória de Ada McGrath, uma mulher aparentemente surda e que não fala desde os seis anos de idade, que vive um amor fora do casamento.
A exibição continua no dia 14, com o drama inspirado em uma história real: “O milagre de Anne Sullivan” (1962). Dirigido por Arthur Penn, o filme conta a história da enfermeira Anne Sullivan que ajuda Hellen Keller, uma criança cega e surda, a se comunicar com o mundo. Encerrando a mostra no dia 21, será exibido “E seu nome é Jonas” (1979), do diretor Richard Michaels, que expõe as dificuldades de um garoto surdo. 
Fonte: Blog do Geraldo José 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Projeto: Medalhistas do “Para Casa” 2014!
Na próxima sexta 29 de janeiro será lançado o Projeto: 
Medalhistas do “Para Casa” 2014!
O projeto tem como objetivo principal incentivar e garantir a realização das atividades “para casa” pelos/as alunos/as da Educação Infantil e Séries iniciais do ensino fundamental durante o ano letivo. Estimulando e criando o hábito de estudar fora do ambiente escolar.